Pesquisas
A pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT), registrou retração de -7,9% de janeiro para fevereiro, anotando 82,3 pontos. Já na comparação com fevereiro de 2019, o recuo foi de -6%.
Leia MaisNa capital mato-grossense, a maior parte delas (60,2%) tem até 10% da renda comprometida com dívidas, 17,3% disseram que tem de 11% a 50% da renda familiar presa às dívidas e apenas 4,7% com mais de 50%.
Leia MaisNo entanto, o índice atual é 0,5% menor se comparado com janeiro de 2019.
Leia MaisNa época, o indicador contabilizava 130 pontos, acima do nível de satisfação (100 pontos).
Leia MaisA Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), com referência ao mês de dezembro de 2019, apresentou percentual de 9,5% para as famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes. A última vez que uma taxa menor foi registrada foi em junho de 2015, quando apenas 5,6% delas se encontravam nesta condição.
Leia MaisA alta mensal de 0,9% favoreceu para um resultado também positivo na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando a pesquisa registrava 129,2 pontos. O aumento observado foi de 0,7%.
Leia MaisO índice atual é 2,6% sobre o mês anterior e na comparação com o mesmo período de 2018, a evolução do indicador foi de 10,8%.
Leia MaisO percentual alcançou 26,3% em novembro de 2019, uma diminuição em relação aos 27,3% observados em outubro. A retração também foi notada em relação a novembro de 2018, quando o indicador chegou a 29,6%.
Leia MaisA alta observada no período foi de 0,2% sobre o mês anterior e de 2,6% se comparado com novembro de 2018. A pesquisa é a única acima de 100 pontos, o que reflete uma condição de satisfação por parte da classe empresarial do comércio.
Leia MaisCom 85,7 pontos registrados em novembro, a pesquisa que mede a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), em Cuiabá, apresentou redução de 0,5% na comparação com o mês anterior. Ainda assim, a pesquisa atual foi maior do que a verificada em novembro de 2018, quando o índice contabilizava 76,4 pontos. A alta observada no período foi de 12,1%.
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